top of page
IMG-20210316-WA0044.jpg

Eduardo Höfling Milani

Nascido em 18 de fevereiro de 1957, em Alfred, Nova York, Eduardo Höfling Milani é artista visual, arquiteto e educador cujo trabalho transita com fluidez entre as fronteiras da arte, do design e do pensamento acadêmico. Vive e trabalha no Brasil.

​

Milani é bacharel (1982) e mestre (1995) em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, instituição onde também concluiu seu doutorado em Educação, Arte e História da Cultura em 2020 — uma trajetória que reflete um compromisso permanente com a compreensão não apenas de como as coisas são feitas, mas do que elas significam.

​

O desenho sempre esteve no centro de sua prática. Durante os anos de formação em arquitetura, exposições no diretório acadêmico abriram portas inesperadas, levando-o ao Centro Cultural Carbono 14 — um sinal precoce de que seu caminho resistiria às categorizações fáceis. A arquitetura lhe deu uma visão estrutural do mundo; todo o resto foi construído sobre ela.

​

Nas décadas seguintes, Milani atuou em projetos residenciais e arquitetônicos, design de produto e planejamento visual, estendendo sua prática à publicidade — campo que aguçou seu olhar para a imagem, a linguagem e a comunicação cultural. Lecionou por mais de duas décadas na Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de UNIP, UniABC e Anhembi Morumbi, e publicou amplamente sobre mídia, semiótica e arte como membro fundador do grupo de pesquisa Linguagem, Sociedade, Identidade: Estudos sobre Mídia.

​

Um momento de virada ocorreu em 2015, quando um curso de extensão em arte contemporânea na University of the Arts London (UAL) aprofundou seu envolvimento com linguagens artísticas teóricas e práticas — temas que continuou explorando ao longo de sua pesquisa doutoral.

​

Seu trabalho atual habita o território visual da pop art, moldado por anos de influência de layouts publicitários para cartazes, capas de discos, revistas e livros. Mas no ateliê, esses hábitos do universo comercial tornam-se matéria-prima para algo mais livre. Desenho, pintura, colagem e assemblage convergem em uma prática onde abstração e narrativa coexistem — imagens que carregam a energia da cultura popular ao mesmo tempo em que alcançam uma poética além de seus limites.

bottom of page